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31 de jan. de 2020

1 Imagem, 140 Caracteres # 334

Sexta-feira chegou mais uma vez! 

Tudo bem com vocês? 

Espero que a próxima semana possa ser melhor para todos, pois diante das  enchentes que tem destruído os sonhos das pessoas e trazido tanta tristeza e da presença de mais um vírus tirando o sono de bilhões, é preciso pelo menos esperar algo melhor do amanhã, por mais que pareça difícil. 

Então, como muitos dizem que o ano começa em fevereiro, a imagem de hoje traz um tipo de recomeço que pode ser familiar à muitas pessoas. 

Vamos a ela?



 Descrição: a imagem mostra uma mesa de tábuas claras, sobre a qual estão vários itens: quatro agendas empilhadas no centro, perto dos quais há um lápis de cor marrom e outro laranja, além de uma caneta azul;  à direita de quem contempla a imagem, se vê um pequenino vaso quadrado de cor branca com um cacto dentro. À esquerda, um estojinho roxo amarrado com uma cordinha da mesma cor e um potinho com tampa preta. Ao lado do vaso de cacto, um livro e um pequeno caderno de capa azul clara acima dele. Três pessoas, das quais se vê apenas parte do tronco e dos braços. A pessoa ao centro e aquela à esquerda estão fazendo anotações, e a outra pessoa à esquerda está lendo um texto em um livro, no qual colocou um post-it azul com anotações. As pessoas parecem ser mulheres adultas e estão utilizando roupas casuais.




Hora de se organizar novamente! 
Cadernos, livros, canetas em punho. 
Um ano inteiro a se planejar, e metas a cumprir. 
Vamos lá!  


Tenham um ótimo final de semana e até a próxima! 


 

28 de jan. de 2020

Restart

Eram dez horas da noite. Em frente ao computador, os dedos batiam freneticamente, como se as teclas fossem saltar a qualquer momento. E saltariam se a grana não estivesse curta.

Toda raiva, toda ansiedade acumulada, todo o cansaço,todos os anos de frustração alinhavam as palavras e frases com a mesma velocidade do pensamento, o tec-tec-tec quebrando o silêncio naquele quarto. 


Que fosse para o raio que o parta a estabilidade, a crise no país, as poucas opções que haviam naquela cidadezinha, que fosse para sabe-se-lá-onde a voz da experiência que dizia que o melhor era ficar como estava. 
 
D.A.N.E - S.E. 
 
Revisou mais uma vez o documento, imprimiu, leu mais uma vez, assinou. No dia seguinte estaria feito. Tinha consciência que estava agindo por impulso, mas também sabia que se não fizesse isso agora, não o faria mais. Arrumou o que coube em uma mochila, pela internet escolheu um lugar aleatório para a noite seguinte, gerou o boleto e pagou. Ligou a TV, escolheu uma série e ficou assistindo até pegar no sono. 


Sete e meia da manhã. O pedido de demissão já estava na mesa do diretor.Nem esperou que chegasse, deixou o papel lá e saiu sem se despedir dos que estavam chegando. 
No caminho apagou do celular todos os contatos profissionais, saiu de todos os grupos de WhatsApp e Telegram; mudou seu número de telefone e apagou os seus perfis das redes sociais.
 Por algum tempo ficaria assim, sem amarras. Sem horários. Sem cobranças. E sem dia certo para voltar. Depois de anos tendo de planejar cada passo, pela primeira vez não planejaria nada. O depois ficou para depois.



24 de jan. de 2020

1 Imagem, 140 Caracteres # 333

Bom dia! 
Buenos dias! 
Buongiorno!
Good Morning! 

Tá, já deu.

Tudo bem aí? 

2019 terminou com a gente levando bofetada e 2020 quer continuar na mesma linha, mas vamos lá. Estamos aqui vivos, podemos ler, escrever, nos comunicar e enquanto essas bênçãos estão no nosso cotidiano não podemos esmorrecer. 

Por isso, nada melhor que chegarmos à nossa postagem tradicional de sexta-feira, com mais uma imagem para desafiar a criatividade de vocês! 

Agora, sem mais delongas e nem decurtas, vamos à imagem desta semana? 

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 Descrição: a imagem mostra, em tons de sépia, o vulto de um homem sentado em um banco de praça comumente chamado de canapé. Ele está cabisbaixo e suas mãos estão juntas. Em outro plano, uma mulher de costas, segurando um guarda-chuva e correndo. Ela está usando um vestido. A cena se passa em um bosque, pois é possível ver as folhas no chão, galhos de árvores e um tronco de uma árvore adulta. Está chovendo, porém parte da cena parece iluminada. 


Recordo aquele triste dia em que uma palavra selou nosso destino. Por que não corri atrás dela?   




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Ah, um pequeno lembrete: quem participa da BC e leva a imagem para seu blog, na hora de inserir o link aí no Inlinkz, não digite o endereço do blog com espaços,pois não funcionará! A melhor coisa ainda é copiar o endereço da sua postagem como ele está na barra de endereços e colar no espaço apropriado. 


Um ótimo final de semana a todos e todas!


 

20 de jan. de 2020

Parabéns para meu bloguinho!


Gif: balões coloridos com caras sorridentes. Um deles, no topo, é laranja e aparece sorrindo.












       Esse cantinho começou há nove (eita, NOVE) anos atrás, com apenas uma pretensão: a de divulgar meus pequenos contos, crônicas e poemas, sem muito filtro, apenas escrevendo o que vinha à minha cabeça e com a ideia de quem sabe...talvez..publicar um livro. 


    Ganhei muito mais que esperava! Conheci uma variedade enorme de outros blogs e sites, escritores que acompanho até hoje, participei de antologias, grupos em redes sociais diversas, lancei dois livros ( lá no Clube de Autores), ampliei minha lista de leituras e tanta coisa legal que se não fosse pela coragem de lançar um blog em um belo dia de ócio lá em 2011 não poderia contar agora. 


    E aqui estamos nós de novo, na tradicional postagem de aniversário deste cantinho que me trouxe tantas alegrias! Queria linkar todas as pessoas muito bacanas que a Internet me possibilitou conhecer, desde aquele tímido início, mas tenho receio de esquecer alguém! 

Imagem: desenho de um gato laranja, vestido com calça azul e blusa listrada de azul e branco, segurando três balões e voando com eles.


Então: leitores, colegas de blogagens coletivas, amigos reais e virtuais, pessoas que me aturam aqui e nas redes sociais, #tamojunto e como vocês tem sido tão pacientes, queridos e fofos, espero que daqui a um ano estejamos todos aqui para comemorar novamente!

Por hoje era só... 

Câmbio e desligo! 

17 de jan. de 2020

1 Imagem, 140 Caracteres #332

Bom dia, boa tarde, boa noite!

Todo mundo bem aí?

Mais uma semana se aproxima do fim, e mais uma vez  estamos aqui para exercitar a concisão, por que nossa blogagem é baseada no Twitter Raiz! Ahahah. 

Vamos à imagem desta semana? 



Imagem obtida no site Good Therapy



A imagem mostra duas mãos de uma pessoa segurando uma borboleta com tons de marrom e preto. 


Por um segundo, pensou em como a vida da borboleta era frágil. E logo lembrou que a sua também era. 




Bom final de semana e até a próxima! 



 



13 de jan. de 2020

Resenha: Fábula de Viagem no Tempo por Amélia, a Gata, de Hugo Dalmon


FÁBULA DE VIAGEM NO TEMPO: POR AMÉLIA, A GATA.
Autor: Hugo Dalmon 
Editora: Multifoco
Ano: 2017



 Descrição: a imagem da capa do livro mostra em primeiro plano um desenho de uma gata,em tons de marrom e cinza, de olhos bem abertos e orelhas eretas. A capa do livro é um fundo com tons azuis mesclados com tons de marrom. Na parte superior da capa lê-se dentro de uma faixa azul médio o título do livro: Fábula de viagem no tempo: por Amélia, a gata. Logo abaixo, o nome do autor: Hugo Dalmon.  No canto inferior esquerdo, dentro de um retângulo arredondado branco, pode-se ler: Dimensões Ficção.



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Embora  essa história tenha como
base principal uma floricultura, um terraço com
jardim de margaridas e o   quarto de um jovem
adulto de classe média,  na verdade, ela tem um
universo fervendo, ali.
(Amélia, a gata, já mostrando a que veio no início da história) 

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Amélia é uma gata que passa os dias preguiçosamente na floricultura Abelha Rainha, de seu humano Oz. Quando não está trabalhando, Oz passa as horas jogando ou conversado online. 
 Logo no princípio do livro Amélia não deixa dúvidas sobre seu protagonismo na história, explicando que os gatos na realidade são fruto de uma civilização avançada cuja espécie (superior aos humanos, claro)  veio parar por acidente na Terra, e que graças a um filtro de realidade, os humanos pensam que os adotaram. Mas na verdade, segundo Amélia, os gatos é que adotaram seus humanos.


   A vida vai seguindo mansa e sem grandes percalços, assim como a relação entre Amélia e seu humano, até o dia em que uma moça chamada Glória entra em contato com Oz, dizendo ser importantíssimo que ele viaje até o ano de 1998 para ajudá-la. Para tal, Oz deve encontrar um colar enterrado no terraço da floricultura, cujo pingente em formato de abelha é o responsável por possibilitar esta viagem.


Mesmo achando tudo muito estranho, a curiosidade vence. Oz e Amélia desenterram o pingente que, assim como disse Glória, estava enterrado no canteiro de margaridas no terraço da floricultura. Após tê-lo desenterrado com auxílio de Amélia, Oz resolve experimentá-lo. Amélia está com suas patas sobre os pés de seu dono e por isso acaba viajando junto com ele.

    Sem precisar do corpo físico para viajar, as consciências de Amélia e Oz ocupam corpos diferentes em cada viagem, com isso aprendendo lições valiosas. As pessoas e locais em cada tempo para o qual viajam possuem nomes de flores, remetendo ao arquétipo da abelha, que voa de flor em flor e de cada uma retira algo que lhe acrescenta.
Através da experiência de habitar corpos humanos diferentes e em épocas diferentes, Amélia e Oz precisam viajar para o tempo solicitado por Glória, o que não parece ser fácil: toda vez que experimentam o artefato acabam viajando para outras épocas. Por conta disto, Amélia e Oz precisam várias vezes se reencontrar, desfazer equívocos e ainda lidar com sentimentos e sensações que não são deles. 



Mais que o objetivo final da viagem no tempo, o livro foca em viagens pela consciência, colocando os personagens literalmente na pele de outras pessoas.

A história, narrada pelo ponto de vista da gata, começa um pouco tímida no primeiro capítulo, como se o escritor, ou Amélia – prefiro acreditar que é a gata –estivesse tateando o terreno. Mas assim que o primeiro conflito surge, vemos as quatro patas, ou dois pés, bem fincados na história, que segue de forma tão fluida que as 154 páginas acabam sendo lidas sem pausas. 



    A narrativa de Amélia corre de forma a mostrar bem a mistura entre a confusão de não mais habitar o corpo de uma gata nestas viagens, o sentimento de lealdade que mantém com Oz, escolhas que precisam ser feitas e a certeza de que deve ajudar seu dono a cumprir a missão que lhe foi confiada com muita ênfase por Glória, mesmo não compreendendo exatamente o porquê é tão importante ir para 1998.



O e-book que tenho foi cedido pelo autor já faz um bom tempo e estava em minha lista de leituras que não era lá muito pequena, por isso foi somente nestas férias que consegui ler com a dedicação necessária.

A história consegue prender até o final e as pontas soltas se fecham muito bem. 

Leitura recomendadíssima! 



Hugo Dalmon, formado em Letras em 2011, professor de Língua Portuguesa. Escreveu durante alguns anos em seu blog, Espaço Zero. Atualmente escreve seus textos em outro blog, o D'AUMON


É  autor dos livros Babilônia Encantada, Quero me Lembrar de você, Amy Winehouse e de contos como A Abnegada, O Livro que Amou Celeste e do conto ilustrado A Mulher que Quase salvou o Mundo. Costuma contemplar a temática LGBTQ+ em suas obras, escritas com um tom bem humorado.



Imagem: foto do autor.Ele usa uma camiseta branca com estampas pequenas de gatos e rosquinhas por toda a camiseta. Seu corpo está de perfil, porém olha para a frente. Possui cabelos curtos e pretos, bigode e uma barba farta porém não comprida. Está usando um brinco pequeno e azul. 


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Para saber mais:



  
(no site ele disponibiliza seus e-books gratuitamente) 










10 de jan. de 2020

1 Imagem, 140 Caracteres # 331



Olá, sexta-feira, seja bem vinda de novo! Espero que estes primeiros dias do ano estejam correndo bem, apesar de notícias pouco alvissareiras vindo de outras paragens. 

Enfim. esta postagem foi programada há alguns dias, então espero realmente que as coisas estejam bem e eu não esteja escrevendo nenhuma bobagem. 

No dia em que escrevo esta postagem, está um clima ameno, sol e uma leve brisa. Escrevo ouvindo os pássaros cantarem, e isso é animador.  

E vocês? Como estão? 

Vamos ver qual a imagem desta semana e seguir as inspirações dos demais participantes? 


Imagem obtida no site Bibliotecas do Brasil

Descrição: a imagem mostra em primeiro plano uma cadeira estofada, feita de madeira. Ela tem apoios para os braços, e no apoio direito encontra-se um livro grosso, fechado. A cadeira está em cima de um piso de cerâmica brilhante, provavelmente de uma varanda ou terraço. À frente da cadeira está o parapeito do terraço, com colunas cor de rosa choque e apoio marrom. Do terraço tem-se a vista de diversas copas de árvores e prédios ao fundo. 






Uma tarde agradável e uma brisa fresca na companhia de um livro foi interrompida por um telefonema, tirando quem lia de seus devaneios. 




Um final de semana maravilhoso para todos vocês e até a próxima! 
 




Postagens mais antigas

1 Imagem, Caracteres #472

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