Depois de dois dias com trovões, raios e chuva quase que ininterruptos, o sol irrompeu neste sábado, para alegria da gente que precisa deste dia para lavar roupas e fazer uma faxina decente.
Enquanto estou aqui na sala de casa, em frente ao notebook com os fones de ouvido, e escrevendo estas linhas, a imagem abaixo chamou minha atenção e cravou: minha vez de aparecer!
#paratodosverem:imagem de um assoalho de madeira, com um tapete grande. Ele está com um canto levantado, com sujeira aparecendo e, perto dele, uma vassoura e uma pá. O conjunto da imagem ilustra uma expressão popular brasileira: "varrer a sujeira para debaixo do tapete".
É vão o esforço em esconder a sujeira, literal ou não.
Depois de uma semana bem cheia e de um resfriado chato que insiste em incomodar, estamos finalmente aqui nas páginas deste vasto sistema chamado internet.
Tudo bem com vocês?
Aqui no Brasil, esta semana é a Semana da Pátria, onde relembramos a Independência do Brasil, por isso escolhi a imagem abaixo.
#paratodosverem:imagem de um catavento feito em papel, com as cores verde e amarela. No centro, destacando-se, a bandeira do Brasil em formato de coração.
Na leveza e pureza da infância, conseguimos encontrar esperança em nosso futuro!
Bom final de semana!
Também peço licença para republicar um poema que escrevi anos atrás.
Patria Amada, Brasil!
Pátria Amada
Combalida,
Vilipendiada
Seus filhos, nós, ainda estamos aqui!
Fugiremos à luta?
Desafiar a morte, muitos já estão fazendo..
Mas não por terem conquistado igualdade.
Ó Pátria amada, idolatrada, nos salve!
Um sonho intenso muitos viveram
Mas o amor e a esperança parecem não descer mais à nossa terra.
Teu céu outrora risonho, chora uma independência que custa a chegar
Gigante pela própria natureza,
Deixas-te apequenar, amado Brasil!
Cadê a mãe gentil dos filhos deste solo, que erguem os olhos
Esperando o conforto do berço esplêndido?
Onde está o som do mar e o azul profundo para trazer conforto?
Por que o sol do novo mundo não ilumina mais este florão das Américas?
Por que, nossas terras tão garridas estão assim maltratadas?
Por que tantos filhos teus estão tirando a vida de teu solo?
Cadê o amor?
Acorda, Brasil!
Queremos erguer com orgulho teu lábaro estrelado
Queremos que o verde-louro não esteja apenas nesta flâmula
Queremos paz no futuro, e não apenas a "glória" do passado
Queremos que a justiça não seja apenas uma palavra no hino
Que teus filhos não apenas "não fujam da luta", mas que saibam escolher as lutas corretas
Que possamos ver contentes a mãe gentil,
Que finalmente a liberdade possa raiar no horizonte do nosso Brasil!
Que nossa brava gente brasileira possa respirar
Possa um dia comemorar de verdade
Uma independência que não seja apenas uma data no calendário.
Essa postagem faz parte do Desafio Literário 2026, promovida pela Sybylla, do blog Momentum Saga!
Livro: O Mundo é um Moído
Autor e ilustrador: Samuel de Gois
Editora: Guilhotina
192 páginas - 2023 - 1ª Edição
-Livro publicado por financiamento coletivo
O Mundo é um Moído é escrito e ilustrado por Samuel de Gois, cuja obra conheci ao acaso quando ainda utilizava a plataforma Twitter.
Foi o tipo de compra que fiz no impulso, vendo algumas tirinhas dele e pensei: "poxa, vou comprar um exemplar desse livro".
Páginas iniciais do livro que comprei, com autógrafo do autor.
Descrição: a imagem mostra duas páginas do livro. A página da esquerda possui uma ilustração feita pelo autor, na qual um homem está navegando em um pequeno barco a vela. Abaixo está escrito: Samuel de Gois. Na página da direita, acima o autor escreveu meu nome e desenhou cinco duplas colcheias ( símbolo musical). Impressa na página, uma iulstração de Dom Quixote investindo contra um moinho de vento, sobre o qual está um violonista tocando no telhado.
O Mundo é um Moído reúne tirinhas reúne tiras poéticas e sofridas que foram produzidas ao longo de mais de dez anos pelo autor. Ele possui um estilo de tirinhas de 4 a 9 quadros, que se solidificou em uma série chamada "Filosofia de Banheiro" que virou livro em 2013.
vídeo ilustrando uma das páginas do livro
As tirinhas de O Mundo é um Moído são divididas em diferentes categorias, já começando com "Ainda é cedo, amor", em quadrinhos sobre coração partido, separação, amor não correspondido e os sentimentos antagônicos advindos destas circunstâncias.
#paratodosverem: imagem de uma das páginas do livro com a ilustração de uma pessoa de ponta cabeça chorando, rosto entre as mãos e cujo corpo parece rachar. No último quadrinho, uma grande borboleta está pousada sobre o ombro da pessoa. Nos quadrinhos se lê: " Meu corpo rachou...você se foi. Me tornei uma carapaça. O que cresceu dentro foi embora voando".
Na segunda parte, "Em pouco tempo não serás mais o que és", os quadrinhos variam entre divagações, reflexões profundas e mesmo humor com elementos da mitologia e da cultura pop.
#paratodosverem: tira em quatro quadros, com duas personagens de olhos vendados conversando entre si:
Um pergunta ao outro, em três quadros: "Porque as pontas dos balões de fala são afiadas?"
Ao que o outro, mostrando algumas cicatrizes no corpo, responde no quarto quadro: "Palavras machucam"!
Em "quando notares estás à beira do abismo", o autor mostra como é ingrata, árdua e muitas vezes solitária a luta contra a depressão, algo que perpassa boa parte de seu trabalho.
#paratodosverem: imagem de uma das páginas do livro com a ilustração de uma pessoa de olhos fechados, sentada segurando seus joelhos. Esta imagem ocupa todos os nove quadros. Distribuída entre os quadros, está a frase: " Eles te afogam e pedem: 'respira fundo'. Não sabem que hoje é um mergulho.
Segundo Sérgio Codespoti escreve no prefácio do livro, "Samuel nos atira nas profundezas das emoções e na angústia sem forma, mas nos permite emergir mais maduros, conhecedores das nossas limitações". Seja na tirinha em que uma moça devolve um guarda-chuva na loja porque "ele só guarda rancor", nas referências a músicas como "Ela partiu" de Tim Maia ou em uma que ficou muito famosa na internet, da senhora idosa na barca de caronte, é impossível não refletir sobre nossos sentimentos e em como emoções podem impactar nas escolhas que fazemos.
Foi uma grata compra por impulso e recomendo a leitura com certeza!!!
Hoje, feriado - dia do trabalhador - aqui no Brasil e chega a ser um pouco desanimador que em pleno 2026 ainda precisemos lutar por dignidade em nossas profissões.
Durante o dia hoje estive ocupada em acompanhar a procissão e missa de Nossa Senhora das Graças (sempre dia 1 de maio!), organizar algumas coisas em casa e descansar um pouco. Agora, encerrando as lidas domésticas, estou aqui para finalmente, antes do dia de hoje acabar, postar a imagem desta edição da nossa blogagem coletiva de todas as sextas-feiras!
Foto de minha autoria
#paratodosverem: imagem de algumas velas acesas sobre uma superfície escura de mármore. Em destaque, uma vela vermelha, ainda inteira, sugerindo-se que foi acesa há pouco tempo. Logo atrás dela algumas velas quase totalmente consumidas e outras recém-acesas. A imagem sugere que a superfície é um velário.
Comum em muitas crenças é o fascínio e o significado simbólico das chamas, do fogo.
Faz todo sentido! O controlamos e,ao mesmo tempo,não!
Neste final de semana, uma data importante e significativa aqui no Brasil: Dia dos Povos Originários ou dos Povos Indígenas.
Ainda há muita gente que não tem consciência do quanto a história e a cultura dos povos originários tem foi sistematicamente apagada, desvalorizada e esquecida ao longo de séculos. O que ainda sabemos e o que existe é por resistência destes povos, que lutam até hoje para terem suas vozes amplificadas, direitos garantidos e apelos ouvidos.
Vamos à imagem desta edição?
Cerâmica Tupi Guarani - imagem obtida no site Gustavo Assis
#paratodosverem: a imagem mostra vasilhas de cerâmica tupi guarani de diversos tamanhos, em cor de argila.
A vida cotidiana, os utensílios, a Arte, mostram que aqui estamos.
Mando daqui boas vibrações aos habitantes de Minas Gerais que esta semana estão sofrendo demais com os efeitos de uma grande enchente. Que chegue ajuda e recursos suficientes.. E sabemos que houve redução de recursos, e não por falta de disponibilidade,#prontofalei
Enfim, vamos à imagem desta semana? Peço desculpas pelo atraso!
Espero que esta última semana de janeiro esteja sendo boa para vocês.
Depois de ter aberto esta tela e várias vezes tentado começar a postagem, acho que agora posso continuar sem ser interrompida, já que
...brincadeirinha!
Como já está tarde, vou enrolar menos vocês e postar o que se espera desta seção do blog, ou seja, a imagem desta semana!
Foto de minha autoria
#paratodosverem:imagem de ruínas de uma construção antiga, resumindo-se a parte de uma parede da qual só sobraram tijolos empilhados que não chegam a altura de uma pessoa. Essas ruínas estão tomadas por vegetação baixa em um local com grama e vegetação nativa ao redor.
Volta e meia, desde que meu pai faleceu, criei o costume de observar o Google Maps. Durante estes últimos quatro anos, era possível ainda ver a casa de meu falecido avô e, pelo street view, um grupo de quatro homens conversando em frente a uma das arrozeiras, no terreno em frente à casa de meus pais. Meu pai, aparecendo de costas e de braços cruzados usando sua roupa costumeira de ficar em casa e trabalhar na roça - a camisa de gola, a calça social (nunca usou outro tipo de calça) e o boné, conversando com outros moradores da rua. Era 2020, em plena pandemia, época de muitos cuidados e atenção. Poucos meses depois desta foto, meu pai já não conseguiria ficar de pé e depois sofreria um AVC
Agora, em 2025, o Google Maps foi atualizado. Nada mais do verde das arrozeiras - agora aparece o terreno sendo preparado. Os quatro homens não estão mais naquele ponto do street view. A casa de meu avô não está mais lá - faleceu no ano seguinte também, pouco tempo depois de meu pai.Porém, ainda é possível ver a casa de meu avô pelo street view,pois nem todas as imagens foram atualizadas de uma vez.
Ainda bem que guardei as imagens na primeira vez que as encontrei. Tenho fotos da casa do meu avô e a imagem de meu pai, poucos meses antes de adoecer, em pé, conversando com os vizinhos, também está salva.
Mesmo assim ainda dói um pouco ver o mapa e as cenas não estarem mais lá. Agora são fotos e prints no meu computador em vez de na rede mundial. Mas faz parte da vida, né? A gente termina um ciclo, é lembrado por um tempo mas gerações passam e até as lembranças se apagam, até virar apenas um nome em uma linha da história - ou nem isso.
De qualquer forma, meu pai vive enquanto a lembrança dele viver.
#paratodosverem:foto um pouco embaçada de quatro homens conversando em frente a uma arrozeira com o arroz ainda em fase de crescimento. Um dos homens olha para a câmera e está usando boné branco, jaqueta azul e bermuda escura. Meu pai está de costas, usando calça social acinzentada, camisa social azul, boné um tanto surrado em um tom cinza e está com as pernas abertas. Outros dois homens estão de perfil, usando camiseta e bermuda. Um deles usa camiseta branca e bermuda jeans e outro, camiseta com listras horizontais brancas e vermelhas e bermuda laranja.
2025 - a mesma rua. Como as coisas mudam em pouco tempo!
#paratodosverem: imagem da mesma rua, sem pessoas aparecendo e com o campo de arroz tendo sido recentemente arado. Pode-se ver um muro que não estava na época da foto anterior e vegetação ao fundo
Depois de uma semana calorenta até a metade, com temperatura caindo na quinta e bastante chuva ontem à noite ( imunidade treme, rs), aqui estamos em um belo sábado de sol, com pouco vento e pássaros cantando.
Espero que vocês todos estejam bem e não tenham sofrido com os vendavais e chuvas de ontem, estejam onde estiverem! Nossa solidariedade aqui a todos que sofreram os efeitos de alguma forma.
Para desopilar, vamos à imagem desta semana?
#paratodosverem:imagem de um pássaro cisticola-de-cabeça-dourada ( pássaro pequeno, do tamanho de um dedo indicador, com coloração entre dourado, marrom e cinza). O pássaro está pousado na borda de seu ninho, que contém vários filhotes.
#paratodosverem: imagem de um urso polar adormecido sobre uma coluna de gelo inclinada. Ao redor, as geladas águas polares. A cabeça do urso está recostada nesta coluna de gelo, mais alta que o resto do corpo.
Aqui no segundo dia da festa tradicional do nosso município. Santa Catarina é muitas vezes conhecida pelas festas de outubro, mas na verdade há festas durante o ano inteiro. E o início de setembro acontece a nossa Festa Trentina, aqui neste pequeno município com tantas histórias para contar.
E como todos os anos, o desfile cívico está incluído na programação da festa, o que mistura tradição, civismo, reflexão sobre todos os anos das nossas histórias: do Brasil, do município, do estado,enfim! Festa, reflexão, saída da rotina, tudo junto e misturado. E com a programação trazendo um dia atípico ou nem tanto, já que foi um dia de trabalho normal até, chegamos ao final desta sexta-feira trazendo algo também tradicional, ou seja, nossa Blogagem Coletiva Semanal!!!
Setembro já começou e ainda não cumpri meu propósito de postar mais textos além da postagem de sextas-feiras, mas vamos lá que ainda temos chão para pisar até o final de 2025.
#paratodosverem:imagem da mão de uma pessoa segurando por um palito de madeira comprido uma pequena bandeira do Brasil feita em papel. A bandeira aparece na lateral. Ao fundo, uma paisagem com céu azul e algumas nuvens, além de um terreno gramado.
Depois de uma semana corrida, finalmente sento um pouco e consigo abrir o blog! Espero que vocês estejam bem!
Essa semana tivemos duas grandes perdas em nossa cultura: Jaguar e Luís Fernando Veríssimo.
Veríssimo, a propósito, foi o autor que me motivou a escrever no final da adolescência. Seus textos tinham a dose exata de ironia e reflexão que muito me agradaram na época, e agrada ainda hoje. Sempre foi meu autor favorito.
Pensando na trajetória destes autores e nos ciclos que se encerram, a imagem de hoje na verdade são duas imagens juntas, também remetendo a ciclos e ao ofício deste tão estimado escritor do qual hoje nos despedimos.
#paratodosverem: duas imagens, uma ao lado da outra: uma máquina de escrever em cor verde, sobre uma pequena mesa e um computador de mesa dos mais atuais, com teclado e mouse sem fio; gabinete e periféricos todos na cor preta.
Da mão para a máquina de escrever. Da máquina, para o computador. Da vida para a eternidade.
O texto abaixo, escrevi ontem, antes dos desdobramentos de hoje pela tarde. Olha eu aqui de novo escrevendo em uma plataforma criada em um país para implicar com ele mesmo, ahaha. Não costumo expor muito minha opinião ultimamente, porém quem acompanha este blog há mais tempo já sabe como eu penso... Enfim:
Esperar que Trump aja como "civilizado" é esperar muito. Trump simplesmente escancara o que acontece há muito tempo: EUA quer de toda forma supremacia sobre as demais nações do mundo, criando guerras e ocasiões para que leve vantagem e possa usufruir de "acordos" que sempre os beneficiam.
Trump quer o mesmo que conseguiu da Ucrânia: as terras raras, matéria-prima para componentes eletrônicos e ficou fulo quando, na cúpula do Brics que aconteceu este ano, teceram-se alternativas ao dólar. A implicância de Trump com o Brasil tem a ver com a ascensão do BRICS e com minérios que quer explorar. E, claro, por ainda não ter engolido o fato de que aqui nos preocupamos com a regulação das redes sociais e temos uma LGPD ( que nem sempre funciona como deveria, mas temos) O fato do ex-presidente estar sob investigação é apenas uma desculpa, se Trump conseguir o que quer vai descartá-lo rapidinho.
Empresas dos EUA e muitos do povo lá não concordam com o presidente deles...Outros países também não concordam com as tarifas... Enquanto isso, aqui no Brasil, gente que se diz patriota se volta contra o próprio país e torce por uma intervenção de Trump, como se um país tivesse todo o direito de interferir no judiciário, nas leis e nas eleições de outro. EUA já fizeram isso por muito tempo. Agora que a economia lá está com problemas, o presidente impõe tarifas para conseguir dinheiro.
"Ah, mas o nove dedos"..."Ah, mas o luladrão"..."Ah, mas o impeachment, ah, mas a anistia, ah, mas não sei o que...".
Nada disso importa para os EUA.
E se baixarmos a cabeça, viraremos colônia deles. Qualquer concessão que for feita agora será algo do qual não iremos nos reerguer e nossa soberania não mais existirá.
Acontecerão cada vez mais exigências, cada vez mais absurdas, escalando cada vez mais, pois a sede de poder de Trump não terá limites.
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Agora, depois das recentes notícias de que a data para início do tal "tarifaço" foi adiada para dia 06/08 e de que mais de 700 produtos ficarão de fora desta cobrança, concluo que foi acertada a decisão do presidente do Brasil de não ligar e muito menos ir presencialmente ser humilhado pelo presidente dos EUA.
Estamos chegando em um ponto de virada: ou começamos a tomar algumas rédeas para garantir independência dos desejos e vontades da economia dos EUA, ou corremos o risco de ser novamente subservientes. (quem prestou atenção nas aulas de História e não acha que os professores eram/são "doutrinadores" vai entender).
Estive ocupada durante a semana com preparativos para uma exposição na escola onde trabalho, por isso somente agora consegui sentar com calma e preparar a #1Imagem140Caracteres desta semana.
Tanta coisa acontecendo,mas a imagem que martelou em minha cabeça e que resolvi compartilhar é a seguinte:
Imagem obtida no site Human Rights Watch
#paratodosverem:A lua nasce enquanto um homem magro e aparentemente jovem está
sentado em cima de uma pilha de escombros no campo de refugiados de al-Bureij,
no centro da Faixa de Gaza, em 15 de novembro de 2024, em meio às hostilidades
em andamento em Gaza. (descrição da imagem realizada pelo site da HRW)
Um novo mês começou, mas um debate vem se arrastando há tempo já: os rumos, limites e implicações da inteligência artificial.
Prato cheio para fake news? Ameaça para empregos ou oportunidades para outros? Chance para reflexões? Diminuição da inteligência e raciocínio? Perigo para a criatividade do ser humano? Também há de se pensar sobre as implicações com o meio ambiente e o impacto na sociedade como um todo.
Pensando nesse assunto, resolvi postar a imagem e logo abaixo minha participação:
#paratodosverem: imagem de uma mão robótica, com os dedos perfeitamente articulados. O movimento que ela está fazendo supõe que ela está lançando a reprodução de um cérebro humano, destes que se vêem em consultórios.
Um criou o outro, e pensam que o outro dispensa o primeiro.
Não é assim que funciona, gente! Usem o cérebro, usem cada vez mais!!!
Olá a todo mundo que chegou aqui hoje nesta sexta-feira! Como sempre, espero que estejam bem.
Essa semana, além das notícias internacionais que nos deixam estarrecidos e indignados, também tivemos nosso quinhão nacional, com projetos de lei que promovem desmonte ambiental sendo ovacionados e uma defensora da causa ambiental sendo aviltada, quando deveria ser o contrário a ocorrer.
A questão ambiental volta e vai das pautas no governo, na sociedade, nos grupos diversos, nas famílias... Aflige ter crescido ouvindo preocupações, sugestões de medidas a serem tomadas, conferências e enfim... agora, já com mais de quarenta anos, continuar ouvindo a mesma coisa. Às vezes dá a impressão de que não avançamos nada. Porém, ainda há notícias boas, como a de animais saindo da lista de perigo de extinção ou de propriedades que foram reflorestadas.
A imagem que postei abaixo, com os devidos créditos na legenda, a procurei refletindo sobre esse assunto, em uma semana em que terminamos de nos despedir de Sebastião Salgado e ao mesmo tempo nos indignamos com o tratamento dado à ministra Marina Silva e com a quantidade de água que data centers consomem apenas para que possamos brincar de gerar imagens de inteligência artificial - o que será um grande problema para Caucaia (CE).
#paratodosverem: fotografia tirada do alto, de uma floresta. De grande parte dela saem grossos rolos de fumaça, denotando uma queimada ou desmatamento em curso.
#paratodosverem: imagem de um pequeno urso de pelúcia na cor creme ou amarelada. Ele está ao chão,encostado com a cabeça em uma parede de tijolos nua. O chão é de cimento, sem qualquer piso. Um pouco de luz entra no ambiente, iluminando quase todo o ursinho e o chão ao redor dele.
#paratodosverem: a foto mostra um céu nublado. Em primeiro plano, as mãos de uma pessoa aparecem segurando um cartaz, no qual está um desenho estilizado de um sol sorridente.
Como o sol sempre está presente mesmo nos dias nublados, assim seja nossa alegria de viver!
Sexta-feira Santa, dia que eu, como católica, reduzo bastante meu uso de internet (uma pequena penitência que me imponho). Por isso, esta postagem é programada,espero que tenha saído no horário certinho.
#paratodosverem: imagem de um banco destes de praça,com encosto (banco feito de tábuas separadas ou "ripas"), sobre uma superfície que parece ser grama. O tempo está bem nublado. A foto está em tons de cinza.
Silêncios que se fazem necessários, que se impõem. Silêncios que procuramos ou que a vida nos propõe.
Deixo aqui também um abraço virtual e desejo Boa Páscoa a todas as pessoas que chegam aqui, não importando suas crenças ou modos de ver a vida. Até a próxima!
Carnaval passou, março avança para sua primeira quinzena e muitas reflexões ( e também muita abobrinha em pleno 2025) sobre o Dia Internacional das Mulheres.
Às vezes é exaustivo ainda ter de explicar a origem da data e por quê ela não deve se resumir a oferecer um bombom com um cartãozinho, se nos demais dias do ano ainda acontece muita misoginia.
(A propósito, pessoal do meu ambiente de trabalho, não fiquem bravos comigo! Meu local de trabalho tem sororidade, tem valorização e sabemos que os cartõezinhos são dados de coração!).
Então, nada mais adequado para esta edição que uma imagem remetendo à data, não é?
#paratodosverem: imagem do vulto de uma mulher, vista do busto para cima. Ela está em uma pose que aparenta orar, com as mãos juntas e abertas, junto ao rosto. Seu cabelo está preso em um coque. Ao fundo, é possível ver o pôr-do-sol.