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20 de mar. de 2015

1 Imagem, 140 Caracteres # 78

Boa noite, pessoas!

Nossa amiga Silvana escolheu com carinho esta imagem, mesmo diante de um momento de luto que está passando... então, vamos a ela!


Ah, doce nostalgia... a vitrola ainda funciona, e a música me faz viajar no tempo. 

13 de mar. de 2015

1 Imagem, 140 Caracteres # 77

E vamos nós, Silvana, Marina e toda uma galerinha do barulho 
( # narrador da sessão da tarde feelings) começar mais uma sexta-feira com nossa blogagem abrindo o dia!


Vamos a ela, a vitaminada, estrela da festa, motivo de nossa blogagem existir, esperada e almejada...


...a imagem!!!


O que você sente ao ver esta imagem? Transforme em 140 caracteres sua impressão e deixe seu link abaixo, ou no Meus Devaneios Escritos!



Chovia lá fora... a frustração por não poder jogar bola aos poucos cedia lugar ao fascínio causado por seu programa de TV favorito. 



7 de mar. de 2015

Invisível

O conto abaixo não é exatamente inédito: Ele pode ser lido, juntamente com outros 8 contos,  na recém-publicada  1ªAntologia Literária do blog A Menina das Ideias - Violência Contra a Mulher

Atendendo ao blog Pensando em Família,que está promovendo uma blogagem coletiva sobre o mesmo assunto, achei oportuno postá-lo aqui: 



Eu sou a mulher invisível. E não sou a única. Há muitas, centenas, milhares de nós. 
Invisíveis somos, pois guardamos histórias que você finge não conhecer. Invisíveis somos, por que mesmo vivendo em um século onde a velocidade de comunicação é enorme, não temos voz.

Não nasci invisível, embora muitas de nós tenhamos esta condição desde o nascimento, dependendo do lugar em que nascemos.
Fui me tornando invisível aos poucos: primeiramente, tolheram-me a espontaneidade e logo em seguida a iniciativa. Depois, a vez em que mais chorei: tiraram-me a voz.


Como você já deve ter percebido, não fiquei invisível porque quis. Ao contrário dos contos de super-heróis, a invisibilidade para mim não é um poder. Antes é uma maldição.
Nós, as invisíveis, estamos espalhadas pelo mundo inteiro e todas sofremos com esta condição. Algumas mais que outras, mas todas sofrem.


Ser invisível é horroroso. Acaba não somente com a voz, mas também com a autoestima e a vontade de viver.
Às vezes conseguimos nos fazer notar, rompendo por um breve tempo a barreira de invisibilidade. Neste breve instante, as pessoas que conseguem nos ver ficam chocadas com as marcas que ostentamos. Mesmo que tenhamos recuperado um fio de voz antes disso e falado às pessoas, é com as marcas que elas ficam mais impressionadas.


Nesta hora em que a invisibilidade some por um tempo, algumas de nós logram êxito e não retornam à triste condição, porém, não raro boa parte é empurrada de volta à invisibilidade, até mesmo por quem deveria nos proteger.


As pessoas julgam, de forma errônea, que apenas há sofrimento se marcas puderem ser vistas. Ignoram que as marcas mais profundas e doloridas são invisíveis, assim como somos a maior parte do tempo. E se não são vistas, não existem.
Mas o sofrimento é real. Nós somos reais.
Muitas pessoas também julgam que somos invisíveis por que quisemos assim, o que não corresponde absolutamente à realidade. Pelo menos, não conheço ninguém que goste de sofrer.


E tem gente que acha que gostamos de sofrer, que estamos nessa situação por única e exclusiva culpa nossa. Que provocamos nossa invisibilidade, pior: que esta condição é a ideal. Que devemos ser assim porque é essa a sina de nós, mulheres. Nada mais errado. Ninguém neste mundo gosta de ouvir que deve aceitar e resignar-se. Nem a igreja exige mais tanto sacrifício como a sociedade tem exigido. Devemos nos resignar a um ideal que enaltece e ao mesmo tempo deprecia a nossa condição de termos nascido mulheres. Não pedimos para ser invisíveis. Não pedimos para nos afogarem em tantas atribuições. Não pedimos para sermos tratadas com violência. Tampouco é por livre vontade que aguentamos traições e palavras duras e com medo não expressamos nosso sofrimento, mesmo porque, estamos invisíveis, quem vai prestar atenção?


 E não se enganem, mulheres com melhor situação financeira também correm o risco de ficarem invisíveis. Apesar de ser mais difícil, principalmente se forem celebridades. Porém, há mulheres invisíveis também entre as mais famosas. O que se vê é uma máscara.

No momento, sou uma mulher invisível. Mas não é isso que me resume. Sou mais que uma invisibilidade imposta. Eu sou a mulher que desde pequena conheceu o abuso, vindo de um parente próximo e que por ser criança tinha medo e me calava.


Também sou aquela que mesmo criança denunciou o abuso e foi tachada de mentirosa, além de ouvir daqueles que deveriam cuidar de mim – inclusive outras mulheres – que eu era uma piranhinha, que já havia começado cedo a mexer com homens.


Eu sou aquela mulher que simplesmente quer estudar, mas tem de tomar cuidado para esconder o máximo possível de seu corpo ao pegar o ônibus para a escola, pois sempre há algum engraçadinho achando que pode lançar cantadas, tocar, falar palavras indecentes em alto e bom som. E que é tida como mal-humorada, por não saber aceitar uma brincadeira inocente!


Sou aquela que desistiu de estudar, pois o curso era à noite e é muito perigoso passar sozinha pelo trajeto entre a casa e a faculdade.


Eu sou aquela mulher que escolheu uma pessoa amável, meiga e carinhosa para dividir sua vida, sua casa, preocupações, alegrias e que viu esta pessoa converter-se com o tempo em alguém violento, ranzinza, que esmaga dia a dia a autoestima e a vontade de viver.


Eu sou aquela mulher que trabalha o dia inteiro para poder dar dignidade à família, para auxiliar o companheiro ou companheira que também
trabalha duro e que ao final deste dia tem de deixar a casa e a família organizadas, sendo censurada ao manifestar sinais de cansaço.


Eu sou aquela mulher que sonha simplesmente em poder ir ao trabalho a pé, de bicicleta, sem ter de ouvir frases grossas, ver gestos obscenos, ser segurada pelo braço e morrer de medo de ser violentada e até perder a vida.
 

Eu sou aquela mulher que durante o trabalho tem de aguentar, além das condições estafantes, cantadas ridículas, salário menor que homens na mesma função, chefes descontando a raiva, piadas sobre inabilidades para dirigir e palpites desnecessários sobre o tipo de roupa que devo vestir.
 

Sou aquela mulher que sonha em entrar em uma lanchonete, fazer um pedido, comer meu lanche e tomar meu suco sem ser perturbada por homens sussurrando grosserias em meu ouvido.
 

Sou aquela mulher que simplesmente quer exercer o direito de ir e vir, garantido na Constituição!
Sou uma, sou várias, sou todas, pois todas nós temos uma história de horror para contar.




6 de mar. de 2015

1 Imagem, 140 Caracteres # 76

Bom dia! 

Tudo bem? 

Vamos começar esta sexta-feira com uma imagem para animar o dia e a BC? 
Ei-la:



Um belo dia se descortina, na beleza da paisagem laranja. E até onde leva esta estrada? Até onde eu quiser! 

Até mais...confiram mais participações logo abaixo no no blog Meus Devaneios Escritos!

4 de mar. de 2015

Que Ves

Ouvia muito esta música na época da faculdade... que, caramba, já faz bastante tempo! 

Queria escrever algo, mas acho a letra tão boa, que parece até "heresia" querer complementar com algo mais. Então por hoje é isso. 

Fica a música para reflexão....



Olhando no olho posso viajar
Falta em mim o truque saber aceitar
Estamos em busca de um ponto final
Pra poder chegar de uma só vez..


Que vês? Que vês quando me vês?
Quando a mentira acabará?


A prece pra Deus pode nos enganar
O bem e o mal ainda podem se encontrar
O fim se aproxima com vistas para o mar
Cruzando a vida sem se preocupar..

Que vês? Que vês quando me vês?
Quando a mentira acabará?

O fim se aproxima com vista para o mar
Cruzando a vida sem se preocupar

Que vês? Que vês quando me vês?
Quando a mentira acabará?



28 de fev. de 2015

1 Imagem, 140 Caracteres # 75

Bom dia! 

Por algum motivo bloguerístico obscuro, minha postagem não saiu...
Ontem à noite, quando entrei na internet por breves cinco minutos, vi que minha postagem não estava publicada, e também vi que a querida Silvana segurou as pontas e publicou uma imagem para esta edição, mesmo sendo minha vez. 
Publico minha participação apenas agora, pois ontem tive uma dor de cabeça terrível e quando consegui ligar o computador, à noite, a tela parecia dançar à minha frente. 

Para compensar,as duas próximas imagens do projeto ficam por minha conta, ok?

Segue a imagem e minha participação:


Uma pausa. Um lugar para ficar à vontade e a companhia de um livro. Estava tudo perfeito! 

(como postei minha participação somente agora, não vou colocar o inlinkz, vamos todos linkar lá no Meus Devaneios Escritos, ok?)



Até mais!

20 de fev. de 2015

1 Imagem, 140 Caracteres # 74

Boaaa noitee!!!!!!!!!!!!!

Postando apenas agora minha participação por motivos de trovoadas e sono. Ahauhaua

Tudo bem com vocês? 

A imagem desta edição foi escolhida pela Silvana, e é muito sugestiva. Ei-la:



Imponente ergue-se o farol, contemplando e sendo contemplado pelo mar. Guia, luz e beleza formando um cenário que dá asas à imaginação.


Na postagem da Silvana, dicas para não ultrapassar os 140 caracteres! Depois de deixar seu link aqui, visite o blog dela e os demais participantes, você irá adorar a diversidade de interpretações desta blogagem!

Novo aviso aos navegantes!

 Boa tarde!  Espero que todo mundo aí esteja bem!!! Passando para avisar que farei um breve hiato no blog.  Continuarei nas redes sociais, m...

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