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23 de fev. de 2018

1 Imagem, 140 Caracteres # 231

Buenas! 

Volta às aulas sempre implica em blog e escrevinhações um pouco parados, até retomar o ritmo, já me conformei com isso. Mas vamos aos fatos: é sexta-feira e como sói, aqui estamos com mais uma imagem para provocar o dom da sintetização em apenas 140 caracteres (Twitter raiz, ahaha). 


Vamos nessa então? 

Amo borboletas, imagens com borboletas, desenhá-las... pensar nelas deixa meu dia mais feliz.. e foi pensando nestes pequenos insetos fascinantes que acabei trazendo a imagem e a minha participação no #1Imagem140Caracteres que segue abaixo:


Imagem obtida no Pixabay




Neste instante, esta frágil vida depende de mim.Acabo lembrando que minha vida também é frágil. Voe, borboletinha!




Um bom final de semana, gente linda! 

1. chica  4. Verena  7. sonia tolfo  
2. Roselia Bezerra  5. Ailime  8. Renato Ohl  
3. pensandoemfamilia  6. Toninho  9. Lúcia Silva  

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16 de fev. de 2018

1 Imagem, 140 Caracteres # 230

Olááááá! 


Tudo bem? 

Semana passou rapidinho e já estamos em outra sexta-feira, com a aguardada imagem desta BC! 

Vamos a ela então?

Esperando a interpretação que cada um(a) dará a ela.. a minha segue logo abaixo:


Imagem retirada do blog OliverTech


Na internet é fácil esquecer que do outro lado da tela há uma pessoa, e o lado ruim de muitos aflora! As consequências são terríveis.... 





Até mais, gente boa! 




1. Roselia Bezerra  4. Verena  7. Toninho  
2. chica  5. sonia tolfo  
3. pensandoemfamilia  6. Ailime  

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13 de fev. de 2018

Resenha: A vida de Lino Vicenzi, de Lino Vicenzi e José Vicenzi Neto

Desafio Literário 2018 - Um livro de memórias ou bibliografia

Título: A Vida de Lino Vicenzi - Relatos pessoais de um veterano da FEB
Autor: Lino Vicenzi
Transcrito e organizado por José Vicenzi Neto.
Editora:Odorizzi Gráfica e Editora

Edição: 1ª (setembro de 2013)
161 páginas




A Vida de Lino Vicenzi conta a história deste veterano da FEB -  Força Expedicionária Brasileira. Ele participou ao lado dos aliados na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, e este acontecimento teve grande impacto sobre sua vida, sendo que contou histórias desta guerra até o fim de seus dias. 
Porém, apesar de ser o foco principal, neste livro Lino Vicenzi não conta apenas sobre o que presenciou na guerra, mas também detalhes de sua vida, desde a infância na década de 1920 - ele nasceu em 1922 -  com seus dez irmãos. Relembra com detalhes as brincadeiras de infância, comentando sobre os costumes daquela época, os brinquedos e como foi o período na escola e a vivência religiosa, muito forte. 


" Para a  primeira comunhão papai foi emprestar um sapato para eu calçar. Como era muito grande, mamãe colocou panos velhos no fundo do sapato. Fui sozinho caminhando para a igreja. Nem sabia caminhar com aquilo. Foi a primeira vez que usava. E ainda, usei sapato sem meia, chegando lá com calos, bolhas no calcanhar". (pg 18)



O ponto alto do livro é a ida para a Itália, para a Segunda Guerra Mundial. Lino descreve, com boa memória, como era o treinamento, as privações e o trabalho que ele e outros jovens realizavam em Blumenau (cidade a pouco menos de uma hora  de Rio dos Cedros), a convocação para ir a São Paulo, depois Rio de Janeiro ( onde ficaram como "soldados de depósito", para substituir soldados mortos ou feridos em combate), até a ordem para embarcar em uma viagem sem certeza de voltar. 

"Assim que o navio desatracou do porto, apenas se escutava:Adeus, pátria! Adeus, família! Nunca mais voltaremos!" (pg 38)


Lino continua narrando em forma linear e lúcida as experiências que viveu em solo italiano, a volta para casa e para a vida que tinha antes, com seus pais.. Casamento, os filhos que teve,o trabalho na roça, o bar que abriu...
Também conta um pouco da história  dos imigrantes que chegaram ao que hoje é a comunidade de Caravágio, (Caravaggio), onde nasceu, cresceu  e se estabeleceu, morando lá até o fim de seus dias. Fala um pouco sobre seus pais e como estão seus filhos hoje em dia, em uma linguagem simples, como se estivesse conversando com o leitor, na cozinha enquanto toma uma xícara de café. 
Ao final do livro, há algumas fotografias de família, certificados, diplomas, desfiles cívicos, recortes de jornal. Uma vida em fotos. Uma vida trivial e ao mesmo tempo extraordinária. 

Dedicatória no livro entregue pelo Sr. Lino a meu esposo. 

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Este livro foi um do que mais me comoveu ao resenhar. Enquanto preparava as imagens e organizava minhas ideias para escrevê-la, me vi chorando em frente ao computador. 

Por que? Por que eu conheci pessoalmente o Sr. Lino, desde minha tenra infância, por ele ser meu conterrâneo. Assim como o Sr. Lino, nasci e cresci na comunidade de Nossa Senhora do Caravágio, em Rio dos Cedros. Lembro-me bem do bar com a cancha de bocha, lembro da casa - que ainda está lá, um dos filhos mora ao lado; fui professora de uma de suas netas e recordo que praticamente desde que me conheço por gente, o vi na igreja local, celebrando, cantando, lendo a história de como iniciou a devoção à Nossa Senhora do Caravágio, discursando ao final da missa festiva em honra à  padroeira da comunidade.

Recordo-me muito bem dele  trabalhando nas festas da comunidade, realizando celebrações na pequena capela de Caravágio como ministro da Eucaristia quando não era possível que um padre viesse fazê-lo; cantando com o grupo de canto da comunidade nas missas festivas. Como morei naquela comunidade até os meus quatorze anos - e depois disso não deixei de participar de várias missas e celebrações festivas que lá ocorriam, posso dizer que este senhor fez parte da minha vida. 



Era uma pessoa muito ativa na comunidade e no município, praticamente não havia quem não o conhecesse. Na festa anual de nosso município (Festa Trentina), não deixava de desfilar, juntamente com os demais expedicionários ainda vivos, em um jipe, sendo sempre muito homenageado. 


Depois de voltar da Itália ao final da Segunda Guerra, o Sr. Lino deu muitas entrevistas para emissoras de televisão, rádios e jornais. No Youtube é possível ver vários trechos de entrevistas.

 Aqui na nossa região, chamada de Médio Vale do Itajaí, ele foi convidado várias vezes a palestrar em escolas, sendo que apreciava muito estes convites, comparecendo pontualmente. Tive a oportunidade de ver uma destas palestras quando adolescente, além de ter lido artigos de jornal o entrevistando. Inclusive acompanhei meu esposo quando a Secretaria de Educação aqui de Rio dos Cedros realizou entrevistas com pessoas de idade. Naquele dia em especial, fomos fotografá-lo em sua casa, o que o deixou muito contente, mostrando a sala onde guardava 
( acredito que ainda estejam lá) recordações dos tempos em que serviu o exército. 

O Sr. Lino faleceu em 18 de fevereiro de 2014, ou seja, há quatro anos atrás. Agora, editando este post, vi que foi poucos dias depois de recebermos o livro.Ele era o último expedicionário vivo de Rio dos Cedros, e o que mais se importava em contar esta parte de nossa história com o intuito de que não se repetisse.

 A cerimônia fúnebre causou muita comoção, e a capela e cemitérios que já são pequenos ficaram menores ainda para abrigar tantos amigos, parentes, conhecidos, expedicionários de outros municípios, autoridades.  Foi uma ocasião comovente e uma linda última homenagem a esta pessoa que tanto significou para nossa Rio dos Cedros. 























Matéria do Circolo Trentino - última homenagem a Lino Vicenzi



Onde comprar: Não consegui encontrar o livro à venda, por isso imagino que tenha sido uma tiragem limitada. Talvez na gráfica onde foi impresso seja possível encontrar. Assim que tiver mais informações, atualizo este post. 




Gratidão a todos que leram até aqui... e até a próxima! 


















9 de fev. de 2018

1 Imagem, 140 Caracteres # 229

Olá! 

Tudo bem? 

Espero que todos tenham passado uma ótima semana! Aqui tivemos notícias boas, médias e terríveis, mas temos que continuar tocando a bola para frente, querendo ou não...enfim. 

Vamos à nossa imagem desta semana? 









Naquela noite, apenas uma das máscaras foi usada.A outra ainda espera por você, que não virá. Por que? 
Esse silêncio é o que mais dói. 











Um bom final de semana e bom carnaval aos que o comemoram! 

Até mais! 







1. Roselia Bezerra  3. Verena  5. Toninho  
2. chica  4. Ailime  6. Lúcia Silva  

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7 de fev. de 2018

Cuidado com Você!




Não é segredo para ninguém que cresci ouvindo Titãs e que é uma das minhas bandas favoritas, mesmo não estando tããããão na mídia ultimamente ( e quem liga para isso? Tem banda muito, muito boa que não está tão em evidência.. eu deveria fazer um post sobre isso).

Enfim, esta faixa é de um álbum deles chamado A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana - aliás, a faixa que dá título a este álbum é ótima também. Lançado em 2001, este CD tem muitas músicas muito boas, bem ao estilo Titãs de fazer letras críticas em alguns momentos e esperançosas em outros.

Nem deu para perceber que este CD é um dos meus preferidos, né? Rsrsrs.

'Cuidado com você", última faixa deste CD ( que eu tenho em casa, naquela época eu comprei CD's com certa frequência), pode ter diversas interpretações:  será que fala do egoísmo, do individualismo crescente? Fala de paranoia? 

Acho que a intenção desta letra é deixar meio em aberto, mesmo.

Desde a primeira vez que ouvi, imaginei que era uma crítica ao egocentrismo, individualismo.. Mas pensando um pouco mais, algumas frases também se encaixam em um comportamento paranoico. ("estão olhado pra você, estão falando de você, a chuva é pra molhar você...)

E pensando ainda mais um pouco, estes dois comportamentos podem ser complementares de certa forma.

Quando mais individualista for uma pessoa, quanto menos se importar com os demais, mais irá imaginar que tudo o que acontece ao seu redor e que lhe afeta, só pode ser por sua causa ou para lhe servir. ("Quem tem dinheiro te roubou(...), " o prazer é todo seu, se você entra a casa é sua")

 Egocentrismo é uma fase normal do desenvolvimento do ser humano, que acontece na infância ("todos são espelhos pra você, só pra você a vida corre,quando você dorme o mundo morre"), mas que, nota-se, muitas pessoas não conseguiram deixar lá na infância.

E este comportamento está se escancarando nos tempos atuais. Condutas como " se eu estiver bem, dane-se os demais" e " antes ele do que eu", ataques a pessoas que pensam diferente nas redes sociais - e fora do ambiente virtual também, a tendência a tomar quaisquer comentários ouvidos ou lidos como ataques pessoais.. o que é isto a não ser a concretização destes versos:


Estão olhando pra você,
Estão falando de você, 
A chuva é pra molhar você,
A guerra é pra matar você
A reza é pra salvar você, 
Cachorros latem pra você, 
Cuidado com você
Cuidado, cuidado, cuidado!
Com você! 



Podemos também notar que a advertência "cuidado com você!" Pode ter dois sentidos: a pessoa tem de se cuidar "até morrer" , já que "só para ela a vida corre", já que tudo acontece para ela e por causa dela. Ou também pode significar para a pessoa tomar cuidado para não virar inimiga dela mesma. 

"Até, até, você morrer, cuidado, cuidado com você!" pode ser perfeitamente esta advertência: tome cuidado com seus pensamentos, com o que você pode acabar fazendo contra si mesmo. 
















2 de fev. de 2018

1 Imagem, 140 Caracteres # 228

Oláááááá! 

Hoje é sexta-feira e está chegando a imagem que muitos aguardam, para a nossa BC semanal! 

E então, todos prontos para exercitar a capacidade de síntese? 

Hoje não vou ficar enrolando (deixo isso para as próximas postagens, ahaha). 

Bora liberar a imagem desta semana!




Viu o arco-íris no céu, lindo e tão inalcançável. 
Não se contentou em apenas contemplar.. criou o seu próprio arco-íris e trouxe cor ao seu dia! 




Propagandinha: só lembrando que terça-feira tem capítulo novo de Doppelgänger e quarta, postagem aqui no blog!

Até logo, gente linda! 




1. Roselia Bezerra  3. Ailime  5. sonia tolfo  
2. chica  4. Renato Ohl  6. Toninho  

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31 de jan. de 2018

Resenha: Onde vivem crianças Irrecuperáveis, de ThallesTerassan

Desafio Literário 2018: O Primeiro livro de uma série




Onde Vivem Crianças Irrecuperáveis



Autor: Thalles Terassan
Disponível na plataforma Wattpad 
(Em revisão)

Disponível para venda no Clube de Autores, nas versões físico e e-book, com 236 páginas. 
Link para venda: http://goo.gl/VsWHhP


Ilustrações de Daniella Salamão

ATUALIZAÇÃO:  O livro também está disponível para venda no Clube de Autores, nas versões físico e e-book, com 236 páginas. 


"Condenada a passar o resto de sua vida em um orfanato para crianças insanas, Pandora, uma infeliz jovem de 12 anos, foi acusada por ter supostamente assassinado seus pais, mas o que ela não esperava é ter esquecido de seus crimes e de tudo antes disso, fazendo-a questionar se é mesmo uma criminosa. Agora a garota embarcará para o desconhecido, viajará através de sonhos e lembranças, enfrentará criaturas peculiares passando por lugares inimagináveis e encontrará as respostas para todos os pecados que envolvem seu passado e o Insanity Asylum." ( sinopse escrita pelo autor)




    Crianças que não podem continuar vivendo em  sociedade. Um orfanato. Uma diretora. Parece um enredo que já conhecemos, não é? 
Mas já antecipo: as semelhanças com o Lar da Senhorita Peregrine param por aí.Apesar do autor ter se inspirado na ideia do orfanato, a história é bem diferente! 




Regras de conduta, que aparecem
logo no início do livro
Neste livro não veremos peculiares, paisagens paradisíacas e uma diretora zelosa (pelo menos não com as crianças). 

Pandora é uma menina de doze anos que um belo dia, vê-se no banco de trás de um carro, com as roupas sujas de sangue, sendo levada por um motorista que não conhece, e que diz que ela matou os próprios pais. 
A menina não consegue lembrar-se disso.. aliás, não consegue lembrar-se de nenhum fato anterior àquele dia. Abandonada às portas do Insanity Asylum  apenas com sua mala com  e a roupa do corpo em frente ela é recebida por Pompoo Purnel, diretora do orfanato.

A princípio a diretora parece simpática e a recebe com carinho, porém logo some de vista. Não costuma conversar com as crianças, permanecendo quase o tempo todo em sua sala. Quando sai, geralmente é para reprimir os irrecuperáveis,sendo agressiva com eles fisicamente,  não admitindo ser questionada. A ordem e a disciplina são importantes, segundo ela. E nada deve sair dos trilhos, o que ela mostra com veemência quando logo do dia seguinte dá um tapa em Pandora simplesmente porque a menina aos gritos após um pesadelo pede para falar com ela. Os demais funcionários também não dão muita atenção para as crianças, que passam os dias encerradas dentro da construção, sem sequer poder sair para apreciar os jardins.


As janelas são fechadas e com tábuas pregadas, entrando pouquíssima luz do sol, com exceção da enfermaria. A iluminação fica por conta de castiçais. 
Pandora Moon, por Daniella Salamão
A comida é terrível e insuficiente para saciar a fome e as opções de lazer são limitadas: instrumentos musicais maltratados e decadentes e uma vitrola que não para de tocar durante o dia inteiro. 


Assim os dias vão se arrastando, sendo que apenas a hora de dormir traz uma forma de fuga desta realidade: as crianças devem conectar-se a dispositivos chamados "drenadores", para substituir pesadelos por sonhos bons.. Uma forma de fugir da realidade terrível que atormenta as crianças, todas internadas neste orfanato por terem assassinado alguém da família. 

Porém, Pandora desde o início sente que algo está errado: tem pesadelos, não consegue recuperar totalmente suas memórias, nota que tanto ela quanto as outras crianças estão ficando magras, sentindo-se mais fracas. E não sabe se as lembranças que tem são reais, por isso começa a questionar-se: será mesmo uma assassina? Por que a diretora é tão ríspida? Por que o ambiente é tão precário, se todos os funcionários insistem em assegurar que tudo é feito pelo bem dos irrecuperáveis? 

O sumiço de uma menina antes de Pandora chegar ao orfanato, juntamente com  as histórias que ouve de outras crianças que estão ali a mais tempo deixam a menina mais intrigada a cada dia...Durante este tempo, ela faz amizade com duas outras crianças de sua idade, que a ajudam a investigar a estranha rotina do orfanato e a passar em provas estranhas que acontecem durante o sono. 

Pompoo, a diretora, revela-se ao longo do livro como uma pessoa cruel, e o real motivo da existência deste orfanato ainda é um mistério para as crianças e adolescentes que lá residem. 

Conforme Pandora investiga, vai descobrindo cada vez mais coisas terríveis... e o pesadelo está apenas começando. 



Como dito acima, este é o primeiro livro de série que conta com três livros e um quarto com crônicas ( como um spin-off: irrecuperáveis contando como foram parar no Insanity Asylum). 


A narrativa é tensa, levando-nos a sentir as emoções das crianças e imaginando se eles são realmente irrecuperáveis. 

Chama a atenção também o capricho do autor, com uma ilustração instigante no rodapé da página de cada livro ( estou começando a ler o terceiro), as ilustrações e a dedicação em criar uma trilha sonora e book traillers que ampliam a experiência de quem está lendo. 



Ilustração no rodapé das páginas do primeiro livro. 

Há alguns erros de ortografia, porém o livro está em revisão ( o autor visa uma publicação em livro físico) e a promessa de que estes erros serão sanados. 





Pôster criado pela ilustradora Daniella Salamão
Volumes da trilogia Irrecuperáveis:

1- Onde Vivem Crianças Irrecuperáveis
2- Rebelião dos Irrecuperáveis
3 - Liberdade para Irrecuperáveis

4- (Spin-off's): Crônicas de Irrecuperáveis.(com participação de outros autores)


Book Trailler  ( Youtube) 



Para quem gosta de histórias envolvendo adolescentes e terror, recomendo! 

1 Imagem, 140 Caracteres #590

 Bom dia, boa tarde, boa noite! Tudo bem?  Chegando mais uma edição da nossa blogagem coletiva semanal!  Quem tem cantinho (ou até mesmo qua...

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